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Tratamento do Aneurisma Cerebral

Tratamento Aneurisma

Com as informações da Tomografia, Ressonância e Angiografia cerebral, nós podemos tomar a decisão de como tratar o aneurisma; se através de uma operação convencional ou por técnicas mais modernas, como endovasculares minimamente invasivas.

Se você é portador de aneurisma cerebral saiba que a cirurgia não é a única forma terapêutica para os aneurismas. O tratamento endovascular é eficaz, seguro e minimante invasivo.


Porque deve ser tratado?

O aneurisma que não rompeu, descoberto por investigação neurorrádiologica, deve ser tratado para prevenir sua ruptura, cujas consequencias podem ser desastrosas. O aneurisma "roto" que já rompeu deve ser tratado imediatamente após a sua descoberta pois tem alto índice de nova ruptura nas primeiras 48 horas. A segunda ruptura é quase sempre fatal.

Tratamento de aneurisma sem cirurgia é cada vez mais eficaz

Pelo método Endovascular o procedimento é realizado com menores riscos ao paciente e de forma eficaz para o tratamento das patologias cerebrovasculares.

O procedimento mais antigo, adotado há mais de 30 anos, é a intervenção cirúrgica, em que o médico implanta um clipe na boca do aneurisma para bloquear a circulação do sangue, impedindo que a bolha cresça até estourar.

Nos últimos anos, porém, vem sendo cada vez mais utilizado e aperfeiçoado um método muito menos invasivo realizado com anestesia local, na maioria dos casos. Nele, o Médico - introduz pela artéria femoral do paciente (na virilha) um cateter finíssimo e flexível. Com a ajuda de um monitor e um aparelho de raio-X, alcança a artéria afetada no cérebro, onde preenche o aneurisma“ bolha” com micro-molas de platina, pouco mais grossas que um fio de cabelo, elas são compactadas como um novelo de lã, sendo destacadas uma a uma até preencher todo o saco aneurismático, com a finalidade de evitar o rompimento da bolha. Impedindo assim o fluxo sanguíneo dentro do aneurisma e mantendo a circulação cerebral.

Ao término do procedimento são retirados os cateteres e então é introduzido na virilha um dispositivo hemostático que substitui a necessidade de pontos, favorecendo a alta hospitalar precoce podendo acontecer em alguns casos em 24 - 48 horas.

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